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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Trabalho Criação de um deus - Mitologia- turmas 91 e 92



Atividade de Aprendizagem : Após termos contato com alguns recursos didáticos para a melhor conhecimento e compreensão do conceito de “Mitos e Mitologia”, aprofundamos nossos estudos fazendo uso de alguns contos da Mitologia Grega e assistindo vídeos também sobre as personagens encontradas nesta mitologia. O tema, com certeza ,mexeu muito com o imaginário e a criatividade do alunos dos 9ºs anos, os mesmos, conseguiram fazer com propriedade a proposta de trabalhado que foi a de criar um “novo deus ou herói” que viesse retratar ou modificar nosso atual contexto de sociedade.
Objetivo do Trabalho:
1-Perceber a necessidade da construção dos mitos na sociedade;
2-Conhecer um pouco da Mitologia Grega;
3-Identificar os principais deuses Gregos;
4-Produzir textos visuais e escritos ,criando um novo deus que retrate e ou modifique a atual sociedade e seu contexto;
O PRINCIPAIS DEUSES GREGOS DA MITOLOGIA...
ZEUS
É o deus principal, governante do Monte Olimpo. Rei dos deuses e dos homens, era o sexto filho de Cronos. Como seus irmãos, deveria ser comido pelo pai, mas a mãe deu uma beberagem a Cronos e este vomitou novamente o filho; este e seus irmãos, também vomitados na mesma hora, uniram-se contra o pai, roubaram os raios e venceram a batalha. Os raios, fabricados pelo deus Hefaistos, eram o símbolo de Zeus.
POSEIDON
É o deus do mar e dos terremotos, foi quem deu os cavalos para os homens. Apesar disso, era considerado um deus traiçoeiro, pois os gregos não confiavam nos caprichos do mar.
ATENA
Deusa virgem, padroeira das artes domésticas, da sabedoria e da guerra. Palas nasceu já adulta, na ocasião em que Zeus teve uma forte dor de cabeça e mandou que Hefaistos, o deus ferreiro, lhe desse uma machadada na fronte; daí saiu Palas Atena. Sob a proteção dessa deusa floresceu Atenas, em sua época áurea. Dizia-se que ganhou a devoção dos atenienses quando presenteou a humanidade com a oliveira, árvore principal da Grécia.
APOLO
Deus do sol e patrono da verdade, da música, da medicina e pai da profecia. Filho de Zeus, fundou o oráculo de Delfos, que dava conselhos aos gregos através da Pitonisa, sacerdotiza de Apolo que entrava em transe devido aos vapores vindos das profundezas da terra.
ÁRTEMIS
A Diana dos romanos, era a deusa-virgem da lua, irmã gêmea de Apolo, poderosa caçadora e protetora das cidades, dos animais e das mulheres. Na Ilíada de Homero, desempenhou importante papel na Guerra de Tróia, ao lado dos troianos.
AFRODITE
Deusa do amor e da beleza, era esposa de Hefaistos e amante de Ares, a quem deu vários filhos (entre eles Fobos = Medo, e Demos = Terror). Afrodite era também mãe de Eros.
HERA
Esposa de Zeus, protetora do casamento, das mulheres casadas, das crianças e dos lares. Era também irmã de Zeus, uma das filhas vomitada por Cronos.
DÉMETER
Era a deusa das colheitas, dispensadora dos cereais e dos frutos. Quando Hades, deus do inferno, levou sua filha Perséfone como sua esposa, negou seus poderes à terra, e esta parou de produzir alimentos; a solução de Zeus foi que Perséfone passaria um terço do ano no inferno, com seu marido, e o restante do tempo com sua mãe, no Olimpo. Dessa forma, Démeter abrandou sua ira e tornou a florescer nas colheitas.
HERMES
Filho de Zeus e mensageiro dos mortais, era também protetor dos rebanhos e do gado, dos ladrões, era guardião dos viajantes e protetor dos oradores e escritores.
DIONÍSIO
Era o deus do vinho e da fertilidade. Filho de Zeus e uma mortal, foi alvo do ciúme de Hera, que matou sua mãe e transtornou o seu juízo. Assim, Dionísio vagueava pela terra, rodeado de sátiros e mênades. Era o símbolo da vida dissoluta.
ARES
O deus guerreiro por excelência. Seu símbolo era o abutre. Seus pais, Zeus e Hera, detestavam-no, mas era protegido por Hades, pois povoava o inferno com as numerosas guerras que provocava. Sua vida estava longe de ser exemplar - foi surpreendido em adultério com Afrodite, esposa de Hefaistos, que os prendeu em fina rede; foi ferido por três vezes por Héracles (Hércules). Era muito respeitado pelos gregos por sua força e temperamento agressivo.
HEFESTO
Deus ferreiro, do fogo e dos artífices. Filho de Zeus e Hera, foi lançado do Olimpo por sua mãe, desgostosa por ter um filho coxo. Refugiou-se nas profundezas da terra, aprendendo com perfeição o ofício de ferreiro. De suas forjas saíram muitas maravilhas, inclusive a primeira mulher mortal, Pandora, que recebeu vida dos deuses. Construiu no Olimpo um magnífico palácio de bronze para si próprio, e era estimado em Atenas. Para compensá-lo de sua feiúra, seu pai deu-lhe por esposa Afrodite, a deusa da beleza. Era artesão dos raios de Zeus.
Site bacana para que quiser ler um pouco mais de Mitologia!!!
http://www.infoescola.com/mitologia/
terça-feira, 31 de maio de 2011
Atividades com orações Subordinadas Substantivas
Este é um exercício de classificação de orações subordinadas substantivas:
Divida e classifique as orações substantivas dos períodos abaixo:
a) Fizeram a seguinte advertência: que o trabalho fosso secreto.
b) É possível que as provas sejam anuladas.
c) A boa notícia do dia seria que descobrissem a cura da AIDS.
d) Alguém lhe perguntou de onde vinha.
e) Ninguém soube se morrera de desgosto.
f) Inteirei-me de que ela havia mentido.
g) Queríamos saber onde estava o proprietário do veículo.
h) Foi permitido que se estacionasse na calçada.
i) Seria conveniente que a empresa contivesse os gastos.
j) Ninguém sabe quem são os assaltantes.
l) Compreende-se que o ponto da lição era difícil.
m) Estou convencido de que ninguém mais verá esse convite.
n) É obrigatório que se ande de camisa aqui dentro.
o) O necessário é que se tenha a quantia solicitada para a realização do evento.
p) É uma pena que não existisse transmissão direta de tevê naquela época.
q) Tenho dúvida de que você venha hoje.
r) Lembre-se de que todos somos pó.
s) Quando uma mulher não te ama cada dia mais, podes ficar certo de que ela te ama cada dia menos.
Divida e classifique as orações substantivas dos períodos abaixo:
a) Fizeram a seguinte advertência: que o trabalho fosso secreto.
b) É possível que as provas sejam anuladas.
c) A boa notícia do dia seria que descobrissem a cura da AIDS.
d) Alguém lhe perguntou de onde vinha.
e) Ninguém soube se morrera de desgosto.
f) Inteirei-me de que ela havia mentido.
g) Queríamos saber onde estava o proprietário do veículo.
h) Foi permitido que se estacionasse na calçada.
i) Seria conveniente que a empresa contivesse os gastos.
j) Ninguém sabe quem são os assaltantes.
l) Compreende-se que o ponto da lição era difícil.
m) Estou convencido de que ninguém mais verá esse convite.
n) É obrigatório que se ande de camisa aqui dentro.
o) O necessário é que se tenha a quantia solicitada para a realização do evento.
p) É uma pena que não existisse transmissão direta de tevê naquela época.
q) Tenho dúvida de que você venha hoje.
r) Lembre-se de que todos somos pó.
s) Quando uma mulher não te ama cada dia mais, podes ficar certo de que ela te ama cada dia menos.
Orações Subordinadas Substantivas!!!!!!!!!!!!
O que é uma oração subordinada substantiva?
Com os advérbios interrogativos as crianças tiram suas primeiras dúvidas e formulam as primeiras orações subordinadas substantivas.
A oração subordinada substantiva é aquela que equivale a um substantivo e desempenha, em relação à oração principal, a mesma função que um substantivo desempenharia, ou seja: a função de sujeito, objeto direto, aposto etc. Por exemplo:
Meu amigo confessou-me seus erros.
Meu amigo confessou-me que errara.
http://www.klickeducacao.com.br/2006/materia/21/display/0,5912,POR-21-99-865-,00.html
A oração que errara equivale, no caso, a seus erros, termo que tem por base um substantivo. Além disso, desempenha em relação à oração principal a mesma função desse substantivo: objeto direto. As orações subordinadas substantivas, quando desenvolvidas, ligam-se à oração principal por meio de conjunções chamadas integrantes (que, se) ou de pronomes e advérbios interrogativos (como, quanto, quem...):
'Desde essa época, observo que não sou indiferente à minha estimável Isaura.'
(Raul Pompéia)
'Eu imagino como havia de ser bonita a gaze de seda branca sobre cetim (...)'
(Luís Guimarães Jr.)
1. Estrutura da oração subordinada substantiva
São basicamente duas as estruturas da oração substantiva:
' Ligadas à oração principal pelas conjunções integrantes que e se:
Espero que tudo corra bem.
Veremos se eu vou desistir!
' Ligadas à oração principal por pronomes indefinidos interrogativos (quem, qual, quantos...) ou advérbios interrogativos (quando, como, onde, quanto...):
Não sei quem você é.
pronome
A população já sabe onde foi gasto o dinheiro.
advérbio
Atenção: as orações substantivas costumam vir depois da oração principal. A inversão dessa ordem ocorre quase sempre em textos literários:
'Que és terra, homem, e em terra hás de tornar-te,
Te lembra hoje Deus por sua Igreja (...)'
(Gregório de Matos)
2. Como reconhecer uma oração subordinada substantiva
Já que a oração substantiva equivale a um substantivo, para nos certificarmos de que estamos diante de uma delas basta:
' Substituir a oração por um substantivo ou expressão que tenha por base um substantivo:
Negou que havia ofendido os jornais.
A oração grifada poderia ser substituída por aquelas acusações:
Negou aquelas acusações.
Portanto, a oração que havia ofendido os jornais é uma oração substantiva.
' Substituir a oração pelos pronomes isso ou isto (método mais simples):
Negou isso.
Atenção: quando a oração é iniciada por uma preposição, não se pode esquecê-la na substituição:
Tenho certeza de que o problema está resolvido.
Tenho certeza disso.
preposição de + pronome isso
3. Classificação das orações subordinadas substantivas
As orações subordinadas substantivas desempenham as funções próprias de um substantivo. De acordo com essa função, elas são classificadas em:
Oração subordinada substantiva subjetiva, que desempenha a função de sujeito:
É conveniente isso.
v. de ligação sujeito
É conveniente que a empresa contenha os gastos.
Or. sub. subs. subjetiva
A oração subordinada substantiva subjetiva sempre está subordinada a uma oração com verbo em terceira pessoa do singular e costuma ocorrer:
' Depois da estrutura: verbo de ligação + predicativo:
Foi necessário que abrissem exceções.
v. de ligação predicativo
' Com os verbos surgir, convir, importar, acontecer, constar, parecer, entre outros, geralmente no presente do indicativo:
Não importa que você tenha falado.
Consta que tudo era mentira.
Parece que as coisas mudaram.
' Com o verbo na voz passiva analítica ou sintética:
Ficou estabelecido que ninguém reteria seus lucros.
ou
Estabeleceu-se que ninguém reteria seus lucros.
Oração substantiva objetiva direta, que desempenha a função de objeto direto:
Ninguém disse isso.
objeto direto
Ninguém disse que você é mentiroso.
or. sub. subs. objetiva direta
As orações objetivas diretas são as mais freqüentes entre as substantivas e muitas vezes se iniciam por pronomes ou advérbios interrogativos:
Não entendi como você chegou aqui.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta, que desempenha a função de objeto indireto:
Os empresários duvidaram disso.
objeto indireto
Os empresários duvidaram de que a proposta fosse séria.
or. sub. subs. objetiva indireta
Atenção: é comum esquecer-se a preposição nessas estruturas. De acordo com a norma culta, considera-se:
Errado
Certo
Não desconfiou que tudo era um truque. Não desconfiou de que tudo era um truque.
Oração subordinada substantiva completiva nominal, que desempenha a função de complemento nominal.
Temos certeza disso.
complemento nominal
Temos certeza de que tudo dará certo.
or. sub. subs. completiva nominal
A preposição que inicia a completiva nominal não pode ser esquecida. De acordo com a norma culta, considera-se:
Errado
Certo
Não fazia idéia que seus planos tivessem sido descobertos. Não fazia idéia de que seus planos tivessem sido descobertos.
Atenção: a oração subordinada substantiva completiva nominal e a oração subordinada substantiva objetiva indireta são as duas únicas orações substantivas que exigem preposição. A diferença entre elas é que uma complementa nomes e a outra complementa verbos:
Não duvidou de que o amavam.
verbo or. sub. subs. objetiva indireta
Não tinha dúvidas de que o amavam.
nome or. sub. subs. completiva nominal
Oração subordinada substantiva predicativa, que desempenha a função de predicativo do sujeito:
Seu problema é isso.
predicativo
Seu problema é que você não acredita em si mesmo.
or. sub. subs. predicativa
A maioria das orações substantivas predicativas ocorre com o verbo ser ou verbos de ligação na oração principal:
O problema era que as despesas ultrapassaram a receita.
Maria parecia que estava doente.
Oração subordinada substantiva apositiva, que desempenha a função de aposto (vem quase sempre após dois-pontos):
Faço uma exigência: isto.
aposto
Faço uma exigência: que respeitem os prazos.
or. sub. subs. apositiva
Atenção: além dessas orações subordinadas substantivas, alguns gramáticos ainda distinguem outras, não reconhecidas pela NGB. São aquelas que exercem a função de:
' Agente da passiva:
O problema foi solucionado por quem o causou.
' Vocativo:
Ei! Quem está em pé, sente-se!
4. Orações subordinadas substantivas reduzidas
As orações substantivas, como todas as outras orações subordinadas, também podem ocorrer na forma reduzida, sempre com o verbo no infinitivo:
Objetiva direta
Decidiu começar de novo. (que recomeçaria de novo)
or. sub. subs. objetiva direta reduzida de infinitivo
Subjetiva
É difícil perceber as diferenças.
(que se percebam as diferenças)
or. sub. subs. subjetiva reduzida de infinitivo
Completiva nominal
Tenho medo de estar sendo vigiado.
(de que esteja sendo vigiado)
or. sub. subs. completiva nominal reduzida de infinitivo
Com os advérbios interrogativos as crianças tiram suas primeiras dúvidas e formulam as primeiras orações subordinadas substantivas.
A oração subordinada substantiva é aquela que equivale a um substantivo e desempenha, em relação à oração principal, a mesma função que um substantivo desempenharia, ou seja: a função de sujeito, objeto direto, aposto etc. Por exemplo:
Meu amigo confessou-me seus erros.
Meu amigo confessou-me que errara.
http://www.klickeducacao.com.br/2006/materia/21/display/0,5912,POR-21-99-865-,00.html
A oração que errara equivale, no caso, a seus erros, termo que tem por base um substantivo. Além disso, desempenha em relação à oração principal a mesma função desse substantivo: objeto direto. As orações subordinadas substantivas, quando desenvolvidas, ligam-se à oração principal por meio de conjunções chamadas integrantes (que, se) ou de pronomes e advérbios interrogativos (como, quanto, quem...):
'Desde essa época, observo que não sou indiferente à minha estimável Isaura.'
(Raul Pompéia)
'Eu imagino como havia de ser bonita a gaze de seda branca sobre cetim (...)'
(Luís Guimarães Jr.)
1. Estrutura da oração subordinada substantiva
São basicamente duas as estruturas da oração substantiva:
' Ligadas à oração principal pelas conjunções integrantes que e se:
Espero que tudo corra bem.
Veremos se eu vou desistir!
' Ligadas à oração principal por pronomes indefinidos interrogativos (quem, qual, quantos...) ou advérbios interrogativos (quando, como, onde, quanto...):
Não sei quem você é.
pronome
A população já sabe onde foi gasto o dinheiro.
advérbio
Atenção: as orações substantivas costumam vir depois da oração principal. A inversão dessa ordem ocorre quase sempre em textos literários:
'Que és terra, homem, e em terra hás de tornar-te,
Te lembra hoje Deus por sua Igreja (...)'
(Gregório de Matos)
2. Como reconhecer uma oração subordinada substantiva
Já que a oração substantiva equivale a um substantivo, para nos certificarmos de que estamos diante de uma delas basta:
' Substituir a oração por um substantivo ou expressão que tenha por base um substantivo:
Negou que havia ofendido os jornais.
A oração grifada poderia ser substituída por aquelas acusações:
Negou aquelas acusações.
Portanto, a oração que havia ofendido os jornais é uma oração substantiva.
' Substituir a oração pelos pronomes isso ou isto (método mais simples):
Negou isso.
Atenção: quando a oração é iniciada por uma preposição, não se pode esquecê-la na substituição:
Tenho certeza de que o problema está resolvido.
Tenho certeza disso.
preposição de + pronome isso
3. Classificação das orações subordinadas substantivas
As orações subordinadas substantivas desempenham as funções próprias de um substantivo. De acordo com essa função, elas são classificadas em:
Oração subordinada substantiva subjetiva, que desempenha a função de sujeito:
É conveniente isso.
v. de ligação sujeito
É conveniente que a empresa contenha os gastos.
Or. sub. subs. subjetiva
A oração subordinada substantiva subjetiva sempre está subordinada a uma oração com verbo em terceira pessoa do singular e costuma ocorrer:
' Depois da estrutura: verbo de ligação + predicativo:
Foi necessário que abrissem exceções.
v. de ligação predicativo
' Com os verbos surgir, convir, importar, acontecer, constar, parecer, entre outros, geralmente no presente do indicativo:
Não importa que você tenha falado.
Consta que tudo era mentira.
Parece que as coisas mudaram.
' Com o verbo na voz passiva analítica ou sintética:
Ficou estabelecido que ninguém reteria seus lucros.
ou
Estabeleceu-se que ninguém reteria seus lucros.
Oração substantiva objetiva direta, que desempenha a função de objeto direto:
Ninguém disse isso.
objeto direto
Ninguém disse que você é mentiroso.
or. sub. subs. objetiva direta
As orações objetivas diretas são as mais freqüentes entre as substantivas e muitas vezes se iniciam por pronomes ou advérbios interrogativos:
Não entendi como você chegou aqui.
Oração subordinada substantiva objetiva indireta, que desempenha a função de objeto indireto:
Os empresários duvidaram disso.
objeto indireto
Os empresários duvidaram de que a proposta fosse séria.
or. sub. subs. objetiva indireta
Atenção: é comum esquecer-se a preposição nessas estruturas. De acordo com a norma culta, considera-se:
Errado
Certo
Não desconfiou que tudo era um truque. Não desconfiou de que tudo era um truque.
Oração subordinada substantiva completiva nominal, que desempenha a função de complemento nominal.
Temos certeza disso.
complemento nominal
Temos certeza de que tudo dará certo.
or. sub. subs. completiva nominal
A preposição que inicia a completiva nominal não pode ser esquecida. De acordo com a norma culta, considera-se:
Errado
Certo
Não fazia idéia que seus planos tivessem sido descobertos. Não fazia idéia de que seus planos tivessem sido descobertos.
Atenção: a oração subordinada substantiva completiva nominal e a oração subordinada substantiva objetiva indireta são as duas únicas orações substantivas que exigem preposição. A diferença entre elas é que uma complementa nomes e a outra complementa verbos:
Não duvidou de que o amavam.
verbo or. sub. subs. objetiva indireta
Não tinha dúvidas de que o amavam.
nome or. sub. subs. completiva nominal
Oração subordinada substantiva predicativa, que desempenha a função de predicativo do sujeito:
Seu problema é isso.
predicativo
Seu problema é que você não acredita em si mesmo.
or. sub. subs. predicativa
A maioria das orações substantivas predicativas ocorre com o verbo ser ou verbos de ligação na oração principal:
O problema era que as despesas ultrapassaram a receita.
Maria parecia que estava doente.
Oração subordinada substantiva apositiva, que desempenha a função de aposto (vem quase sempre após dois-pontos):
Faço uma exigência: isto.
aposto
Faço uma exigência: que respeitem os prazos.
or. sub. subs. apositiva
Atenção: além dessas orações subordinadas substantivas, alguns gramáticos ainda distinguem outras, não reconhecidas pela NGB. São aquelas que exercem a função de:
' Agente da passiva:
O problema foi solucionado por quem o causou.
' Vocativo:
Ei! Quem está em pé, sente-se!
4. Orações subordinadas substantivas reduzidas
As orações substantivas, como todas as outras orações subordinadas, também podem ocorrer na forma reduzida, sempre com o verbo no infinitivo:
Objetiva direta
Decidiu começar de novo. (que recomeçaria de novo)
or. sub. subs. objetiva direta reduzida de infinitivo
Subjetiva
É difícil perceber as diferenças.
(que se percebam as diferenças)
or. sub. subs. subjetiva reduzida de infinitivo
Completiva nominal
Tenho medo de estar sendo vigiado.
(de que esteja sendo vigiado)
or. sub. subs. completiva nominal reduzida de infinitivo
Vale conferir!!!!!!!!!!!!!!!
Sei que este video vai deixá-los mais curiosos para saber sobre este tema tão "bacana"!!!!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Mas o que é um mito??????????
*Caros alunos, vimos em nossas últimas aulas, o tema "MITOS"- e o papel dos mitos em nossa sociedade!!!!!!!!!!Por que desde os primódios os seres humanos tiveram a necessidade de criá-los ??????????? Será que atualmente ainda temos nossos mitos e qual as referências que encontramos?????????
Um mito (do grego antigo μυθος, translit. "mithós") é uma narrativa de caráter simbólico, relacionada a uma dada cultura. O mito procura explicar a realidade, os fenômenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de deuses, semi-deuses e heróis.
Ao mito está associado o rito. O rito é o modo de se pôr em ação o mito na vida do homem - em cerimônias, danças, orações e sacrifícios.
O termo "mito" é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns (consideradas sem fundamento objetivo ou científico, e vistas apenas como histórias de um universo puramente maravilhoso) de diversas comunidades. No entanto, até acontecimentos históricos se podem transformar em mitos, se adquirem uma determinada carga simbólica para uma dada cultura. Na maioria das vezes, o termo refere-se especificamente aos relatos das civilizações antigas que, organizados, constituem uma mitologia - por exemplo, a mitologia grega e a mitologia romana.
O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo.
—Fernando Pessoa[1]
Um mito (do grego antigo μυθος, translit. "mithós") é uma narrativa de caráter simbólico, relacionada a uma dada cultura. O mito procura explicar a realidade, os fenômenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de deuses, semi-deuses e heróis.
Ao mito está associado o rito. O rito é o modo de se pôr em ação o mito na vida do homem - em cerimônias, danças, orações e sacrifícios.
O termo "mito" é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns (consideradas sem fundamento objetivo ou científico, e vistas apenas como histórias de um universo puramente maravilhoso) de diversas comunidades. No entanto, até acontecimentos históricos se podem transformar em mitos, se adquirem uma determinada carga simbólica para uma dada cultura. Na maioria das vezes, o termo refere-se especificamente aos relatos das civilizações antigas que, organizados, constituem uma mitologia - por exemplo, a mitologia grega e a mitologia romana.
O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo.
—Fernando Pessoa[1]
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Respotas atividade página 56 - Livro
Caro aluno, conforme combinamos estou postando para você as respostas das atividades da página 56 do livro " Tudo é linguagem"
APENAS RESPOSTAS:
1- "Agora sei de outro caso de metonímia aplicada, que ainda é mais importante, pois se trata de caso de crime"
2- A- Porque essa pessoa foi precipitada ao fazer sua crítica, tomando como erro o que se tratava de um recurso expressivo da língua , metonímia.
B-O crítico, pela atividade que exerce, deveria conhecer os recursos que a língua oferece aos usuários em função de suas necessidades de expressão. Ou, no mínimo, deveria cetificar-se de que sua crítica era procedente.
3- A- Em uma cidade do interior.
B- "... para não dar lugar a maledicência..." (Por se tratar de um lugar pequeno, onde todos se conhecem, talvez ele queira manter segredo e preservar os nomes das personagens...)
C- Um homem e uma mulher.
4- A- Homens;gasto,pernas fracas, peito cansado e asmático, cor terrosae olhar vidrado de doente crônico. Mulher; magrinha,"de cara mesmo,ela não tinha nada de feia"
B- Homem: de posses, com casa própria, dono de armazém. Mulher:pobre, operária,trabalhava oito horas à mesa de costura de costura de uma oficina de roupas de homens.
5- O casamento.
6- A- Botou corpo, aumentou as polegas nos lugares certos, ganhou cor no rosto, passou a vestir-se bem, a pintar-se e a ondular o cabelo...
7- Ele não mudou, continuou igual ao que era antes: enfermiço, envelhecido antes do tempo, sem interesse por nada - nem por cinema, nem por futebol, nem por rádio, nem por amor.
8- (sugestão)Ela, bela e formosa, começa a achar o marido, enfermiço e envelhecido,um peso.Por causa da apatia do marido; do seu desinteresse por tudo, até pelo amor, ela considera a convivência com ele morna e insossa.
APENAS RESPOSTAS:
1- "Agora sei de outro caso de metonímia aplicada, que ainda é mais importante, pois se trata de caso de crime"
2- A- Porque essa pessoa foi precipitada ao fazer sua crítica, tomando como erro o que se tratava de um recurso expressivo da língua , metonímia.
B-O crítico, pela atividade que exerce, deveria conhecer os recursos que a língua oferece aos usuários em função de suas necessidades de expressão. Ou, no mínimo, deveria cetificar-se de que sua crítica era procedente.
3- A- Em uma cidade do interior.
B- "... para não dar lugar a maledicência..." (Por se tratar de um lugar pequeno, onde todos se conhecem, talvez ele queira manter segredo e preservar os nomes das personagens...)
C- Um homem e uma mulher.
4- A- Homens;gasto,pernas fracas, peito cansado e asmático, cor terrosae olhar vidrado de doente crônico. Mulher; magrinha,"de cara mesmo,ela não tinha nada de feia"
B- Homem: de posses, com casa própria, dono de armazém. Mulher:pobre, operária,trabalhava oito horas à mesa de costura de costura de uma oficina de roupas de homens.
5- O casamento.
6- A- Botou corpo, aumentou as polegas nos lugares certos, ganhou cor no rosto, passou a vestir-se bem, a pintar-se e a ondular o cabelo...
7- Ele não mudou, continuou igual ao que era antes: enfermiço, envelhecido antes do tempo, sem interesse por nada - nem por cinema, nem por futebol, nem por rádio, nem por amor.
8- (sugestão)Ela, bela e formosa, começa a achar o marido, enfermiço e envelhecido,um peso.Por causa da apatia do marido; do seu desinteresse por tudo, até pelo amor, ela considera a convivência com ele morna e insossa.
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